domingo, 4 de março de 2018

Cristãos são mortos ao tentarem resgatar meninas sequestradas por muçulmanos na Nigéria

Cristãos são mortos ao tentarem resgatar meninas sequestradas por muçulmanos na Nigéria




O cenário de perseguição religiosa aos cristãos na Nigéria já está sendo descrito como um verdadeiro “caos”. Quando não são atacados, os muçulmanos radicais também sequestram e obrigam meninas a se converterem ao islã. Algumas são feitas de “esposas” e outras de escravas sexuais.
Querendo impedir que mais um grupo de meninas fossem escravizadas, um grupo de cristãos decidiu tentar, por conta própria, resgatar as garotas. A iniciativa surgiu após o governo local não tomar providências, mesmo com o grande número de denúncias e casos de violência contra os cristãos.
No total, 12 cristãos foram mortos e outros 20 ficarm feridos em Kasuwan Magani, no norte da Nigéria, durante a tentativa de resgate, segundo informações da agência ‘Morning Star News’ publicadas na última terça-feira (27). “Os nomes dos mortos não estão prontamente disponíveis para mim no momento, mas posso confirmar que são cristãos mortos na área cristã da cidade”, disse James Madaki, da Igreja ‘Winning All’.
Ainda segundo Madaki, os extremistas quiseram espalhar pânico e terror na cidade, também queimando a casa de todos os moradores: “Os muçulmanos não apenas atacaram os cristãos que foram resgatar as meninas, mas também foram ao redor da cidade, atacando todos os cristãos que estavam em seu caminho e queimaram as casas dessas pessoas”, disse ela.
“Esta é a prática dos muçulmanos no estado de Kaduna. Eles sequestram pequenas garotas cristãs e as forçam a se tornarem muçulmanas. Quando os cristãos tentam impedir isso, os muçulmanos as atacam”, disse Omega Funom, um dos moradores locais.
Recentemente noticiamos outro caso semelhante, onde um grupo de muçulmanos da etnia Fulani, também da Nigéria, incendiou 12 casas e assassinou vários cristãos na aldeia de Zanwra. Na ocasião, o pastor Biri Gado, de uma igreja evangélica local, afirmou que apesar das denúncias, os militares não socorreram os cristãos da aldeia.
Ao que parece, a perseguição religiosa de muçulmanos contra os cristãos da Nigéria é algo chancelado pelas autoridades locais. Ou no mínimo ignorada. Para o Rev. John Hayap, porta-voz da Associação Cristã da Nigéria, no norte do país, a oração é a única alternativa, mas também o apelo por paz e tolerância:
“Eu me sinto muito triste com essa violência contra os cristãos, mas o que mais podemos fazer do que orar e pedir a intervenção de Deus? Continuaremos a pregar a paz e a tolerância em nossas igrejas, não importa o nível de provocação de nossos vizinhos muçulmanos”, disse ele.
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President Donald Trump, please intercede with Nigerian government agencies that over the years has been silent and allowed Muslim groups to torture, massacre, rape and kidnap, without doing anything at all. The people cry in that country. Numerous complaints and petitions have already been addressed to the UN which looks at all events in the distance, inert only as indifferent spectators. What does the UN really exist for? Why fight against the radical Muslims in Syria when in Nigeria they are free to murder Christians? Where are the NGOs or Human Rights that both claim to protect the rights of people? Do not they do anything just because we're black? or poor? or is not our country strategically interesting to rich nations? They already claim that they want to do away with Christians all over the world, will not you just wake up when they get there and do the same thing you're doing here with us here in Nigeria? And this cowardly Nigerian government? That is why we ask for help.

Christians are killed trying to rescue girls abducted by Muslims in Nigeria3 March 2018


The scenario of religious persecution of Christians in Nigeria is already being described as a real "chaos." When they are not attacked, radical Muslims also kidnap and force girls to convert to Islam. Some are made of "wives" and others of sex slaves.

Wanting to prevent another group of girls from being enslaved, a group of Christians decided to try, on their own, to rescue the girls. The initiative came after the local government failed to take action, even with the large number of denunciations and cases of violence against Christians.



A total of 12 Christians were killed and 20 wounded in Kasuwan Magani in northern Nigeria during the rescue attempt, according to information from the Morning Star News agency published on Tuesday. "The names of the dead are not readily available to me at the moment, but I can confirm that they are dead Christians in the Christian area of ​​the city," said James Madaki of the Winning All Church.

According to Madaki, the extremists wanted to spread panic and terror in the city, also burning the house of all the residents: "The Muslims not only attacked the Christians who came to rescue the girls, but also went around the city, attacking all Christians who were on their way and burned the houses of these people, "she said.

"This is the practice of Muslims in the state of Kaduna. They kidnap little Christian girls and force them to become Muslims. When Christians try to stop this, Muslims attack them, "said Omega Funom, one of the local residents.



We recently reported another similar case where a group of Fulani Muslims, also from Nigeria, burned down 12 houses and murdered several Christians in the village of Zanwra. At the time, the pastor Biri Gado, from a local evangelical church, said that despite the accusations, the military did not help Christians in the village.

It seems that the religious persecution of Muslims against the Christians of Nigeria is something that is chancelado by the local authorities. Or at least ignored. For the Rev. John Hayap, a spokesman for the Christian Association of Nigeria in the north of the country, prayer is the only alternative but also the call for peace and tolerance:

"I feel very sad about this violence against Christians, but what else can we do than pray and ask for God's intervention? We will continue to preach peace and tolerance in our churches, no matter the level of provocation of our Muslim neighbors, "he said.

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